Uma marca à altura do melhor vinho branco do Chile

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Estratégia de marca
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Laberinto

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Laberinto é a vinícola chilena de Rafael Tirado, responsável pelo melhor vinho branco do Chile, com um vinhedo desenhado como um labirinto sobre solos vulcânicos, às margens do Lago Colbún, no sopé dos Andes.

A convite da Oak e Arkler, entramos no projeto desenvolvendo a estratégia de marca, design de marca, rótulos e embalagens. Também desenvolvemos em coautoria a apresentação comercial e redes sociais.

O desafio era lançar a marca no Brasil e simultaneamente extrair uma narrativa à altura do vinho, clara para distribuidores, desejável para o mercado e fiel à origem, porque a comunicação anterior não traduzia sua história nem o conceito do terroir.

Narrativa autêntica

Precisávamos mostrar a história que já estava lá, só não aparecia na comunicação.

Revelamos e organizamos a origem real, com a descoberta do terroir no Lago Colbún, aos pés dos Andes, e o fundador como lente, o velejador que lê o vinhedo como lê vento e correntes, e a marca finalmente ganhou uma narrativa verdadeira.

Precisávamos mostrar que o labirinto era o próprio vinhedo e o próprio processo, com uma única entrada e uma única saída que permitem acompanhamento integral e manual, e não uma metáfora conceitual.

Ao trazer isso para o centro do discurso e da identidade, o conceito virou assinatura clara de precisão e controle extremo.

Precisávamos que a garrafa contasse o que já estava no território: relevo do vinhedo, o lago, a profundidade da paisagem.

Traduzimos essa geografia para o rótulo em alto e baixo relevo, linhas de plantio coerentes e ajustes intencionais sem perder verdade, e o produto passou a entregar a origem de forma sensorial.

Precisávamos diferenciar as linhas de vinhos Cenizas, Trumao e Arcillas deixando cada uma falar com sua própria voz.

Ancoramos acabamentos e cores na geologia real de forma minimalista, e o portfólio ganhou unicidade e sofisticação com significado.

Precisávamos que distribuidores e importadores brasileiros conseguissem entender o Laberinto com clareza, porque o vinho já tinha reputação e diferenciais, só faltava tradução comercial.

Estruturamos materiais e direcionamentos para comunicar essa verdade, e a marca ficou pronta para o mercado brasileiro.

Precisávamos de um gesto simples que ancorasse a origem.

Inserimos a silhueta andina como corte superior, que também remete às ondas do lago, e o rótulo ganhou um detalhe discreto e forte.

Precisávamos antecipar visualmente o frescor e a mineralidade que o vinho entrega, antes mesmo da degustação.

Traduzimos isso nas diretrizes de imagem e fotografia com referências ao universo náutico, como água, condensação, orvalho, e texturas que evocam o solo vulcânico e a mineralidade do terroir.

Precisávamos que a experiência não terminasse na garrafa.

Definimos direcionamento para embalagens e PDV, e a marca passou a se apresentar de forma consistente em qualquer contexto de venda.

Precisávamos entregar rápido um material comercial para distribuidores, mas já com uma linguagem à altura da marca, então, começamos pela aplicação mais crítica.

Desenvolvemos a apresentação comercial já seguindo um novo design de marca, elevando sofisticação e alinhamento de imagem, e ela virou a base prática para os próximos materiais.

Precisávamos evoluir a percepção da Laberinto sem mexer na marca gráfica, porque não era o momento e não havia necessidade real de troca.

Mantivemos a marca gráfica e integramos de forma natural ao novo design da marca, com continuidade com aumento de sofisticação.

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Antes Depois
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